Morte no Restaurante
o Prólogo
René era um estudante de faculdade comum. Ele estava cursando o 3º ano de Matemática e tinha um desempenho desejável. Todos os dias, após a aula, ele parava num restaurante no caminho para sua casa e comia um hamburguer com sua namorada.
Juliana, namorada de René, cursava Midialogia na mesma universidade que seu namorado. Suas aulas acabavam meia hora mais cedo que as dele, logo, ela sempre o esperava na lanchonete para que eles pudessem comer juntos. Ela era formidável. Sempre muito inteligente e esperta, ajudava René nos seus projetos.
Ela era alta (1,80 m), sempre usava um rabo de cavalo muito bem feito para prender seus cabelos castanhos longos. Estava sempre maquiada e usando roupas muito discretas. René era o oposto. Ele era baixo (1,60 m), usava o cabelo totalmente desconexo e bagunçado. Só andava com roupas chamativas e muito bem casadas.
O restaurante para o qual eles sempre iam não era muito sofisticado. Era como uma lanchonete de beira de estrada, daquelas que ficam em postos de gasolina, tinha um escrito muito grande “Restaurante” por toda a fachada. Dentro, era um grande balcão que dividia no meio o espaço interno. A outra metade do restaurante era ocupada por mesas dispostas paralelamente. Em baixo do escrito de restaurante, ficava um grande vidro, de modo que era possível ver todos os ocupantes das mesas do lado de fora.
As mesas, todas, usavam uma toalha com quadriculado de vermelho e branco; em cima delas ficava sempre um porta-guardanapos. As cadeiras eram do tipo “fundidas” (daquelas que existe um escosto que dá origem a dois bancos, um para cada lado) e tinham estofado vermelho. O balcão era de madeira envelhecida e atrás dele sempre ficava a atendente, chamada Sarah.
Entre o balcão e a parede ficava um grande armário que deixava à mostra uma vasta vaariedade de bebidas, especialmente as alcoólicas. Sarah tinha uma memorável habilidade de fazer “mixes” de bebibas incríveis, e isso deu à fama ao restaurante pela qual René e Juliana gostavam de lá. Além, é claro, do maravilhoso Hamburguer à moda da casa.
Na frente do restaurante ficava uma espécie de estacionamento, cujas vagas davam em direção ao vidro pelo qual se podia ver as mesas. A entrada, porém, ficava pela lateral; era uma porta comum com três dregraus até a entrada e que toda vez que fosse aberta, emitia uma espécie de sino para que a presença de um consumidor seja anúnciada.
Á noite, lá pelas 20:45, Juliana parava seu carro no estacionamento e decia do carro. Ao sair, ela dá a volta no carro e abre o porta malas, no qual, ela deixa seu material escolar por questão de segurança. Porém, antes de fechar o porta-malas, ela retira o seu gravador. Ela deveria fazer um projeto para sua faculdade para o qual ela pretendia entrevistar René. Ela se dirige a lateral do restaurante para entrar, vai em direção à porta e quando vai tocá-la vê um vulto preto vindo por trás. Ela sente um forte “baque” em sua nuca e um líquido quente lhe escorrer pelas costas. Ela, por reflexo, aperta o botão “Gravar”, sua visão fica totalmente enegrecida e ela só consegue escutar algumas palavras antes de perder a consiência.
Capítulo 1 – a surpresa
René chega na estrada com seu carro. Ele se aproxima, com uma velocidade acima do necessário, ao Restaurante e estaciona seu carro ao lado direto do carro de Juliana. René sempre foi um cara relapso e não notou o corpo na frente da porta do restaurante.
Ele desce do carro, liga seu MP3, dá a volta no carro de Juliana, se dirige a porta e “thumb”! Ele chutou alguma coisa. Ele faz o movimento denovo. Outro “thumb”! Ele resolve olhar para baixo para ver o que ele estava chutando. Ao olhar ele dá um incrívelmente alto berro de terror e desmaia caindo para trás.
* * *
René acorda meio zonzo, na sua mente vem a imagem que acabou de ver: Juliana deitada ao chão, sua nuca banhada a um sangue muito grosso; havia nela, também, sinais de violência. Ele fica em pé prontamente e olha em volta. Tudo o que ele pode ver é o Restaurante cheio de policiais, e Sarah aguardando ele acordar para dar a ele alguma mistura líquida.
Ele está em pe defronte ao balcão principal e a primeira coisa que ouve é um ”Bebe logo” de Sarah.
René toma tudo em um gole só, e a concentração de alcoól era tamanha que ele tomba para trás na hora. Ele fica no chão se debatendo um tempo e se acostumando com o gosto novo da sua boca enquanto escutou um “Nossa que viadinho” e outro “Falei pra você que ele ia tombar, me deve 5 pratas” abafados.
Ele fica lá deitado no chão. Uma série de pessoas dão quantias polpudas de dinheiro para Sarah e vão embora do estabalecimento. Um dos policias levanta René e dá na mão dele um gravador.
“Isso te lembra alguma coisa? Foi encontrado juntamente com o corpo” Diz o Investigador Nelson.
René fica 40 segundos olhando fixamente para o gravador, mas tudo que ele consegue pensar é em como se vingar de Sarah.
“Sabe, qualquer coisa que você lembrar serve. Por mínimo detalhe que seja, para nós pode ser importante.”
René continua estático.
Nelson se vira para trás e diz “Acho que vamos precisar de um daqueles choques elétricos, o cara deve estar travado.”.
“Era da Jú-Rox” diz René. “Ela adorava ele, sempre me entrevistava com ele.”
De repente surge à mente de René um fato que foi desconsiderado até agora. Juliana morreu? Ele disparou correndo até o lado de fora, não achou nada, correu para dentro gritando, berrando esperniando.
“Calma, calma. Eu sei que demora para cair a fixa, mais vai dar tudo bem. Me ajuda que eu te ajudo.” Nelson dá uma piscadinha com um olho para René.
René, intimidado com a piscadinha, vai até o balcão e pede uma água para ele poder acalmar.
* * *
René, Sarah e Nelson estão sentados na mesa do Restaurante. Agora que todos estão calmos ele começa as perguntas denovo.
“Você era namorado da Juliana Rouxinol?”
“Era”
“Você reconhece esse gravador?”
“Sim”
“Ele era muito importante para a Juliana?”
“Sim, a Ju-Rox adorava ele.”
“Vamos escutar”
O policial rebobina a fita do gravador e aperta “Play”.
“… First I was afraid, I was petrified, Kept thinking I could never live, without you by my side …” A fita é adiantada um pouco. “I said, young man, ’cause you’re in a new town, There’s no need to be unhappy.” Nelson fica levemente irritado e adianta a fita mais um pouco. “… Acrescentar a banana mechendo levemente em sentido anti-horário. Agora levante a perna esquerda, contraia o ombro direito e acrescente a canela em movimentos semi-criculares enquanto pula em um pé só…” Nelson está muito mais irritado “…THUMB…PLAFT…ohhhhh..Agor…ocê…ai…v…me…a…Azul…21…Trem…Pancreas. “
Sarah começa uma crise de riso. René está assustado. Nelson está irritado, ele diz “Não acredito que aceitei esse emprego… Isso te diz algo?”
“Não… Pegadinha do malandro!” René dá um tapa no braço de Nelson “Sei sim. Agente sempre pega o Trem Azul 21 pra poder comer pâncreas às 11:27pm toda sexta-feira.”
“Muito bom. Nossa, por um momento eu achei que eram palavras sem sentido. Vamos pegar esse trem!”
“Eu não posso perder essa.” Diz Sarah.
“Vou descobrir quem fez mal a minha Ju-Rox! Vamos lá” René sai correndo para seu carro.
Capítulo 2 – o Cobrador
Chegam os três correndo desesperadamente para pegar o trem; o trem parte as 11:27PM, e já são 11:25PM. É uma cena um tanto bizarra. Três “adultos” correndo desesperadamente em direção ao trem, obviamente, não havia porque correr, já que Nelson é policial e poderia ter ligado para a empresa dona do trem, impedindo que ele partisse antes deles embarcarem.
Quase caindo, eles entram no trem, dando um grande susto no Cobrador, o qual, já levantou seus braços como que estivesse sendo assaltado.
“Posso ver a… passagem?” – Diz o Cobrador, tímido.
Nelson toma a frente e diz: “Pode! A minha e a desses dois aí! Por falar nisso, você não viu ninguém meio sujo de sangue entrando aqui?”
Nelson nunca foi muito inteligente, nem esperto, fato que foi prontamente notado pelo Cobrador.
“Vi sim… Mentira! Pegadinha do malandro!” o Cobrador dá um tapa nas costas de Nelson e acrescenta. “Na verdade só entrou uma pessoa aqui antes de vocês. Eu não consegui identificar se era homem ou mulher, mas pela voz eu suspeito de mulher. Aliás, essa pessoa é um tanto baixa.”
“Para que lado ela foi?” pergunta Sarah.
“Para lá!” aponta o Cobrador.
“Aliás, qual é seu nome, caro Cobrador?” Diz Sarah.
“Meu nome é Izrail!”
“Valeu Brow! Você vai ajudar a salvar a Ju-Rox!” responde René.
Por um momento pareceu que os olhos do Cobrador saíram de suas órbitas levemente, mas foi tão rápido que só Sarah notou, ela fica meio assustada, mas continuou com seus colegas para a direção apontada.
“Ahhh!” acrescenta Izrail “A luz do trem está com defeito nessas bandas, ela costuma ficar piscando!”
Sarah fica muito assustada agora, mas os outros parecem nem notar. Eles entram na porta que dá no primeiro vagão, e vêem tudo claro, entretanto, assim que batem a porta por detrás deles, a luz se apaga. E no último segundo de luz, foi visível um vulto no fim do vagão se dirigindo para o vagão subseqüente.
capítulo 3 – a caçada
Todos se assustam ao ver o vulto, porém, ninguém se assusta mais que Sarah, que já estava apreensiva. Ela solta um berro extremamente alto, o que acaba irritando Nelson.
“Você precisa ficar quieta! O assassino agora sabe que estamos aqui… Ele poderia não ter notado…” diz Nelson irritado, sacando sua arma.
“Vamos lá, alguém tem uma lanterna?” pergunta René.
Mas a resposta não foi necessária. A luz voltou antes de alguém dizer algo. O grupo prossegue para a porta que dá no próximo vagão, mas antes de abrir Nelson avisa a todos:
“Cuidado. Esse assassino pode ser perigoso, o deixe comigo. Aliás, não sei o que vocês estão fazendo aqui!”
Como quem não ligasse para os outros, Nelson abre a porta para o próximo vagão a tempo de ver a porta batendo na ligação com o terceiro vagão.
“Ele está aqui! Vamos!”. Nelson corre desesperadamente para o próximo vagão, René e Sarah tentam acompanhar quando, de repente, a luz apaga. Após a luz acender novamente, Sarah não estava mais lá. Ouve-se apenas um grito abafado vindo do próximo vagão.
“Pegaram ela… Falei para tomar cuidado…”. Ambos continuam correndo, mas não encontram nada. Percorrem vagões e vagões, mas nem sinal de nada. Ao chegarem ao antepenúltimo vagão notam algo no chão, algo que parece uma mancha de sangue.
Ao se aproximarem ambos notam, também, que era sangue fresco. Aparentemente, haviam matado alguém, pois a quantidade de sangue no chão era enorme.
“Ah meu Deus… Como vou explicar isso para meu chefe!” diz Nelson.
“Relaxa, eu dou um jeito de ajudar você Nelson-rox! Agora vamos achar quem matou a Jú-rox que eu te pago uma graninha!” responde René.
Ao atravessar para o próximo vagão eles notam uma forte luminosidade. Eles abrem a porta, entram e tudo o que podem ver é uma menina, aparentemente uma criança, debruçada puxando o corpo de Sarah. A menina olha para os dois com um olhar mortal, assassino, ela se levanta. Ela fica em pé, encarando os invasores, e, como que por vontade dela, a luz se apaga.
Um vulto preto vai em direção a ambos. Algo macabro, anormalmente rápido vai na direção deles. A luz pisca e eles podem ver o que é. Nelson tenta atirar, mas não surte efeito nenhum. O vulto chega nos dois, e eles desmaiam.
Capítulo 4 – o cottage
Sarah acorda, ela se vê em um local muito escuro. Olhando em volta, tudo o que pode ver é uma casa estilo “cottage”, em cima de uma montanha bem alta. Ao levantar ela nota o barulho que a pequena casa faz ao ser atingida pela chuva, que cai torrencialmente.
Ela olha pelas janelas e vê que está em uma altitude de quilômetros, já que o chão não pode ser visto e há neve no topo das montanhas adjacentes, em alturas correspondentes à dela, e dentro da pequena casa mal entra luz, em meio à chuva que cai.
De repente, Sarah nota uma luz vindo por detrás dela, ela se assusta com o repentino aumento na intensidade da luminosidade, ao se virar, ela se depara com uma mulher pequena, ela aparenta ter 17 anos, apesar de seu tamanho, ela tem cabelo castanho escuro comprido e usa um vestido longo, muito branco, que parece estar emitindo a luz.
“Você morreu.” diz a mulher.
Sarah fica atônita, ela não sabe o que dizer.
“Aqui é onde você vai passar sua eternidade.” acrescenta a mulher.
“Quem é você?” pergunta Sarah.
“Meu nome é Marina, eu sou aquela que recolhe os corpos de quem entrou no trem da morte.”
“Trem da morte? Eu estava apenas ajudando a procurar o assassino da… Foi você?!”
“Não sei do que você fala. Eu apenas recolhi você. Você deveria ter pensado melhor antes de pegar o Trem da Morte. Se eu não existisse, aposto que o Izrail deixava vocês todos lá em baixo, no meio da chuva, com frio e…” diz Marina até ser interrompida.
“Izrail?! Esse era o cobrador do trem que eu peguei…”
Capítulo 5 – o Vale
A última coisa que viram Nelson e René foi um vulto preto vindo em sua direção. Após algumas piscadas de luz, eles puderam definir o que era o vulto.
No primeiro flash, era Izrail, o Cobrador, vestido em uma manta preta muito comprida, com uma touca preta muito larga também, e segurando uma foice exageradamente grande.
No segundo flash ainda eram visíveis as feições de Izrail, mas ele estava muito mais magro, tão magro que era possível ver seus ossos sob a pele.
No terceiro flash, era apenas uma caveira – uma ossada – se movendo milagrosamente, flutuando acima do chão e segurando, com forças sobrenaturais, uma foice. Tudo o que eles puderam ver era Izrail levantando-a antes de desmaiarem simultaneamente.
* * *
Nelson acorda, ele está jogado no chão em meio a uma grande multidão; do seu lado está caído René. As pessoas estão correndo para uma mesma direção, todas juntas fugindo de algo. Devido a sua mentalidade de policial, Nelson acorda René e ambos vão em direção ao local de onde as pessoas estão fugindo.
As faces das pessoas que fogem são impressionantes. Eram expressões de puro terror, puro medo; parecia que todos tinham visto um fantasma, um dos mais temidos e horripilantes. Rapidamente René e Nelson se encheram de medo e começaram a correr, mas, ainda, na direção oposta a da multidão.
Após correrem por alguns minutos, a multidão havia desaparecido. Eles estavam correndo sozinhos em direção a um lugar que não sabiam. Eles estavam debaixo de chuva forte, em um vale; havia centenas de montanhas, tão altas que seus picos não eram visíveis.
Aos poucos um enorme portão ficou visível à frente deles com uma espécie de animal na frente. Eles podiam estar enganados, mas, pare eles, parecia que era um cachorro de três cabeças.
Capítulo 6 – o Final feliz
Sarah se senta na cama de seu novo cottage, e ao seu lado se senta a mulher.
“Ah, como eu fui rude. Meu nome é Marina.” explica a mulher.
“Você é uma pessoa de sorte! Sabe, pegar as pessoas que são levadas dessa maneira não é um trabalho fácil, e muito menos compensador. E ninguém é obrigado a fazê-lo, mas eu o faço. Eu evito que as pessoas caiam desprotegidas no fim do mundo pelo simples retorno de saber que uma pessoa a menos no mundo irá sofrer.” acrescenta.
Sarah está chocada, não consegue falar nada.
“Todos imaginam que, após a morte, tudo que se não sabe é magicamente explicado e vêm a nossa mente as respostas. Isso não é verdade! Após a morte, tudo fica mais difícil. Mas, para nossa salvação, ou melhor, para a sua salvação, você poderá buscar respostas e se tornar um dia um ser evoluído.”
“Você está agora salva, você está livre e você poderá obter as respostas, é só querer. Você tem que ir atrás, você tem que lutar, você tem que exigir. Boa-sorte!”
“Espera… Ajude-me!” pede Sarah.
“Você não precisa de ajuda, você tem as “asas”, agora precisa aprender a voar.” completa Marina.
Tudo o que Sarah pode ver foi a figura de Marina se desmaterializando, se esfumaçando e sumindo. Nada mudou para Sarah, tudo o que ela sabe, pensa e sente é o mesmo, contudo, parece que mais limites a ela foram impostos. Ela se sente presa no topo desta montanha. Mas sente que está cada vez mais perto de algo.
Ela pode escutar uma voz chamando-a, vinda de cima das nuvens, vinda do infinito. Mas a voz está distante, está trêmula e fraca. Sarah sente que a voz está se aproximando, como que se, a cada segundo, ela se aproximasse, mais e mais, do além.
Final – Capítulo 7 – o pelejo
Ao se aproximarem do cachorro, Nelson e René notaram uma série de coisas que não haviam notado anteriormente. A primeira delas é a letalidade do local onde estão. Eles estão em um vale, congelado, chovendo torrencialmente; não há como sobreviver nessas condições, sendo um simples ser vivo.
Ambos notam que, apesar de todos os fatores letais, eles não conseguem morrer. Eles sentem uma dor mortal, um vazio interno que não pode ser preenchido. É o maior sofrimento possível, morrer e não morrer, simultaneamente.
Em segundo lugar, eles notam que seus desejos de comunicação os foram tirados. Nenhum deles consegue falar, apenas ler, muito claramente, as expressões faciais – invariavelmente, de terror – nos seus colegas.
Quanto mais próximos eles chegam, maior é essa vontade. Quanto mais próximos eles chegam, maior é o vazio. Quanto mais próximos eles chegam, mais eles percebem que nunca mais poderão voltar. Quanto mais próximos eles chegam, mais eles notam que vão passar o resto da eternidade assim.
O cachorro de três cabeças é plenamente visível, e muito assustador. Na frente dele encontra-se Izrail, o anjo da Morte, esperando por eles.
“Eu sabia que vocês não fugiriam. Agora começa o sofrimento de vocês! Eu sou portador de toda consciência, de todo o conhecimento, de tudo o que é existente e divino. Meu trabalho é providenciar que a ordem continue, que continuem a vir pessoas para cá, que o conhecimento seja disseminado.”
“O meio pelo qual vocês obterão esse conhecimento é, entretanto, muito difícil. Pelo fato de eu ter, diretamente, os trazido para cá, ou melhor, ao, artificialmente, fazer isso, eu os impeço de irem para o caminho tradicional. O caminho que vocês irão pegar é muito sofrido, muito tortuoso e cheio de desafios.”
“Vocês vão conseguir, um dia, quem sabe, completar esse caminho. Até lá, vocês deverão se adaptar ao vazio e ao sofrimento. Por favor, venham à minha frente.”
Após eles se posicionarem na frente do cachorro, Izrail, com sua foice, corta ambos ao meio, com um golpe só. Após isso, o cachorro toma a frente, e se alimenta de ambos os dois, mastigando-os e engolindo-os impiedosamente.
As suas expressões já não eram mais visíveis quando o cachorro entrou no portão, em direção ao infinito. Tudo o que podiam sentir era dor e vazio. Esse binômio os perseguirá até o brilhante dia quando conseguirão, finalmente, chegar ao além.
CONTINUUUUAAA!!!!! AHAHAHAHAHAHAHAH
sempre achei que a sarah tivesse cara de garçonete.
Ah, e não mate a midiáloga, MIDIALOGIA EÔ!
primeiro post foi meeuuu uhuu!!! UP TH IRONS (?)
eu sou bartender, dá licença?
romance de folhetim eôôô
Ri do Nelson e do I Will Survive
keep gooing !!!
Os comentários do Gui são os mais construtivos =D
Injusto, eu não sei por emoticons nos meus próprios comentários…
Mto legal!
agora ta ficando mais divertido de ler ^^
ahuhahua
bos sorte na história
Ahhh cheguei olha eu lá \o\
eu sou uma criança com voz de travesti .-.
aposto q é um dementador
CARACAAAA!!!
GOGOGOGOGOGOG!!!
CONTINUA E TERMIANA Q TA LOOOOKA !!!!
ABRAAÇO
wooottt! quero maaais! posta logo! heheheh
Que dementador o quee, mano, eu sou um anjo da morte! Que nem o Brad Pitt naquele filme lá *-*
Ele tava falando o Izrail.
Corrigindo, que nem a George de Dead Like Me *-*
Ooolha, o Fofo!
Não é o fofo. É a besta defensora da porta do inferno XD
cachorrin bunitin, cuti cuti! auhauh
Caso você não entenda alguma coisa, me avise que eu acrescento ela às observações da história.
cachorrin bunitin, cuti cuti! auhauh [2]
CARA, MEU POEMA FOI SELECIONADO PRO LIVRO DE POESIAS DA ESCOLAA !!! EU SOU FODA /o/
Daooora! Qual é o nome do seu poema?
Qual a conexão disso tudo com o assassinato da Ju-rox? xD
Ainda tem o epílogo.